Turismo corporativo – Como o setor tem enfrentado a crise econômica?

 Em Corporativo

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Não é segredo nenhum a crise econômica que o Brasil vem enfrentando: inflação, PIB médio negativo, alta do dólar e juros mais altos. Nos últimos meses, ficou evidente o aumento do índice de desemprego no país em diversas áreas e até mesmo empresas indo a falência, o que vem deixado empregados e empresários preocupados. Isso nos leva a pensar no turismo corporativo: como enfrentar essa crise com tantas ameaças nos rondando?

 

Viagens Corporativas e estatísticas do setor

Diante da crise, as companhias estão fazendo cortes de gastos em suas empresas, o que afetará diretamente o turismo de negócios. As viagens corporativas, que representam o terceiro maior gasto de uma empresa, tendem a ser reduzidas, mas não cortadas.

As quedas no IEVC (Índices Econômicos em Viagens Corporativas) em 2015 representaram 3,6%, R$38,7 bilhões. Apesar do percentual não ser tão alarmante, foi uma queda considerável para o setor que só apresentava crescimento nos últimos anos.

Ainda assim, as viagens corporativas tem mantido o setor de turismo brasileiro. Dados do IEVC apontam que o turismo de negócios representou 28,1% da parcela do setor, seguido por 14,3% do turismo a lazer e 14,3% do governo. No período de 2011 a 2015, o turismo de negócios teve o crescimento aglomerado de 46%, apesar da queda de 3,6% no último ano. Por esse motivo, Antonio Carlos Bonfato, do Senac,  afirma que devemos ser otimistas, já que as viagens corporativas mantem o setor firme diante da crise.

De acordo com as projeções apontadas pela IEVC, a situação do país durante 2016 deve continuar praticamente na mesma, sem muitas quedas nem melhoras significativas. Já a previsão para  2017 e 2018 é que a economia do Brasil tende a melhorar aos poucos, tranquilizando os empreendedores.

 

Investimentos em melhorias

Ficar sentado esperando a crise esperando passar não vai adiantar muito. Trabalhar duro e oferecer diferenciais no serviços ainda são as melhores estratégias para passar pela crise sem maiores perdas. A presidente da Tam, Claudia Sender, pensa dessa maneira e afirma que o foco da companhia aérea sempre foi o cliente corporativo. Em meio a temida crise econômica, a Tam fez melhoras em suas aeronaves, além de inaugurar quatro novas bases no Brasil em 2015.

Já o presidente da Gol, Paulo Kikanoff, afirma que melhorias estarão disponíveis nos boeings da companhia a partir de maio, como Wi-fi a bordo e assentos de couro, além de nova identidade visual da marca.

 

Para você que trabalha com turismo de negócios é essa a dica: mãos na massa! As projeções para esse ano não são as melhores, mas com estratégias focadas de médio a longo prazo é possível ter bons resultados, manter clientes antigos e até converter novos.

 

Por hoje é isso! Deixe sua opinião nos comentários!

Abraços e até a próxima! :)

 

Fonte: Jornal Panrotas

 

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